Today a drunk man stopped me, he wanted attention. He began to speak of the love he felt for a woman. And talked and talked, talked.
-Know when you love someone for real?
He spoke as if I did not know. And I just heard, I would not say anything. Incidentally, I do not know why I was listening to him.I would not know how to explain but, I know love. Yes, I know how to love. Just do not know how to be loved.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
______________________________O Moço Velho__________________________
Eu sou um livro aberto sem histórias
Um sonho incerto sem memórias
Do meu passado que ficou
Eu sou um porto amigo sem navios
Um mar, abrigo a muitos rios
Eu sou apenas o que sou
Eu sou um moço velho
Que já viveu muito
Que já sofreu tudo
E já morreu cedo
Eu sou um velho moço
Que não viveu cedo
Que não sofreu muito
Mas não morreu tudo
Eu sou alguém livre
Não sou escravo e nunca fui senhor
Eu simplesmente sou um homem
Que ainda crê no amor
Eu sou um moço velho
Que já viveu muito
Que já sofreu tudo
E já morreu cedo
Eu sou um velho, um velho moço
Que não viveu cedo
Que não sofreu muito
Mas não morreu tudo
Eu sou alguém livre
Não sou escravo e nunca fui senhor
Eu simplesmente sou um homem
Que ainda crê no amor
Um sonho incerto sem memórias
Do meu passado que ficou
Eu sou um porto amigo sem navios
Um mar, abrigo a muitos rios
Eu sou apenas o que sou
Eu sou um moço velho
Que já viveu muito
Que já sofreu tudo
E já morreu cedo
Eu sou um velho moço
Que não viveu cedo
Que não sofreu muito
Mas não morreu tudo
Eu sou alguém livre
Não sou escravo e nunca fui senhor
Eu simplesmente sou um homem
Que ainda crê no amor
Eu sou um moço velho
Que já viveu muito
Que já sofreu tudo
E já morreu cedo
Eu sou um velho, um velho moço
Que não viveu cedo
Que não sofreu muito
Mas não morreu tudo
Eu sou alguém livre
Não sou escravo e nunca fui senhor
Eu simplesmente sou um homem
Que ainda crê no amor
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Let Be
Então vi as fotos. Daquela que foi embora viver uma outra vida, uma vida que não era a sua mas que fez questão de fazer da fantasia um sonho experimental, longe da realidade. Ou apenas para fugir desta.
Fiquei me imaginando fugindo da realidade também mas, para mim, tanto faz o sonho ou a realidade.
A esperança tem um sabor tão estranho. Embora doce, às vezes se mostra tão amarga. E a desolação, esta que me vigia, faz-me ter de novo a certeza. Estou indo...
Fiquei me imaginando fugindo da realidade também mas, para mim, tanto faz o sonho ou a realidade.
A esperança tem um sabor tão estranho. Embora doce, às vezes se mostra tão amarga. E a desolação, esta que me vigia, faz-me ter de novo a certeza. Estou indo...
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Junior (Odair)
A gente deixa que teoria ruins passem por nossa cabeça quando estamos fracos emocionalmente.
Estranhamente, eu não poderia imaginar que me manter distante das pessoas para as quais eu não queria "doar" minhas "energias negativas" era uma grande erro.
Quando fui ver Junior, eu ainda não sabia que tipo de energia eu tinha. Nunca deixei de acreditar que ele é um amigo, mas estive tão distante que tinha até medo de ele ter deixado de acreditar. Que nada! Místico como sempre e cheio de boas palavras como sempre, ele me disse uma coisa que jamais vou esquecer:
- Nem sempre nossa fraqueza emocional significa que também somos fracos espiritualmente. Às vezes estamos mal, mas existe uma energia que nos acompanha, que nos traz força. Quando você esteve aqui pela primeira vez eu pude sentir uma energia, uma luz diferente, maior que o normal. E ainda que você às vezes sinta-se fraco, você tem essa energia, essa luz diferente e especial que te protege, te guia, te traz esperanças.
Foram maios ou menos estas as palavras, claro não lembro exatamente.
E saí de lá cheio de força, como se tivesse sido rejuvenescido. E fiquei feliz porque pareciam que auqelas não eram forças de energia que "roubei" dele, mas sim energia que apenas ativei de mim.
De qualquer modo -caraca!- eu só o tenho a agradecer. Esse é meu amigo!
Estranhamente, eu não poderia imaginar que me manter distante das pessoas para as quais eu não queria "doar" minhas "energias negativas" era uma grande erro.
Quando fui ver Junior, eu ainda não sabia que tipo de energia eu tinha. Nunca deixei de acreditar que ele é um amigo, mas estive tão distante que tinha até medo de ele ter deixado de acreditar. Que nada! Místico como sempre e cheio de boas palavras como sempre, ele me disse uma coisa que jamais vou esquecer:
- Nem sempre nossa fraqueza emocional significa que também somos fracos espiritualmente. Às vezes estamos mal, mas existe uma energia que nos acompanha, que nos traz força. Quando você esteve aqui pela primeira vez eu pude sentir uma energia, uma luz diferente, maior que o normal. E ainda que você às vezes sinta-se fraco, você tem essa energia, essa luz diferente e especial que te protege, te guia, te traz esperanças.
Foram maios ou menos estas as palavras, claro não lembro exatamente.
E saí de lá cheio de força, como se tivesse sido rejuvenescido. E fiquei feliz porque pareciam que auqelas não eram forças de energia que "roubei" dele, mas sim energia que apenas ativei de mim.
De qualquer modo -caraca!- eu só o tenho a agradecer. Esse é meu amigo!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
ohlepse O
...sedrev sohlo seleuqa moc odahlivaram uotse aroga E
.oma euq ies sanepa e omA
?seled mu adac ed oirártnoc o uos euq áreS .sodot ed etnerefid otium res oveD
.oma euq ies sanepa e omA
?seled mu adac ed oirártnoc o uos euq áreS .sodot ed etnerefid otium res oveD
domingo, 16 de maio de 2010
______________________Pequenas mentiras________________________
Depositei toda minha esperança em seres, especialmente uma que me apareceu com uma fração de luz surpreendente. Fui retribuído com pequenas mentiras, dessas que todo mundo diz.
A luz se apaga,
a lua escurece
e os rios secam
o Sol dorme
assim como todo mundo, fingindo que não sabe o que se passa.
Meu Deus! Me livra disso aqui.
Não consigo mais acreditar nelas.
E então... a Lua se apaga de vez...
A luz se apaga,
a lua escurece
e os rios secam
o Sol dorme
assim como todo mundo, fingindo que não sabe o que se passa.
Meu Deus! Me livra disso aqui.
Não consigo mais acreditar nelas.
E então... a Lua se apaga de vez...
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Um grande coração!
E então imaginei...
Acho que nunca irei falar com aquela menina/mulher, ela parece ser tão bajulada pelos outros(colegas). Ela deve ser uma metida, só mais uma entre tanta e a diferença é que ela é internacional.
Mas aí entrei na sala outro dia e...
Caramba! Ela tá sozinha! Será que entro? Se ela tentar falar comigo, mando tão mal no inglês.
Mas achei que ela não fosse falar nada. Entrei, sentei e comecei a ler meu livro. Mas ela falou, fez alguma pergunta em portugês (ou quase isso) pra minha surpresa. Foi tão gentil. Parecia que já me conhecia e sabia lidar comigo, apesar do meu jeito de ser e as minha 'esquisitisses'.
Não vejo, mas às vezes pareço sentir uma aura tão boa. E essa aura é dela.
Fico esperando com ansiedade as terças e quintas e até faço questão de chegar mais cedo à sala de aula. Quem sabe ela tá lá e conversamos um pouco, em portunglês.
Se tem um lugar onde tenho me sentido tão bem, é por perto dela, que tem um coração tão quente, irradia um calor de boas esperanças, mesmo tendo vindo de um dos países baixos, onde imagino que deve ser muito frio. Fico imaginando se na Bélgica são todos assim. Se bem que... ela tem origem turca.
Tenho que rever meus conceitos a respeito desses povos.
Pelo grande coração que tens, desejo muito sucesso por aqui e leve muitas felicidades consigo quando voltar, Ayla!
Acho que nunca irei falar com aquela menina/mulher, ela parece ser tão bajulada pelos outros(colegas). Ela deve ser uma metida, só mais uma entre tanta e a diferença é que ela é internacional.
Mas aí entrei na sala outro dia e...
Caramba! Ela tá sozinha! Será que entro? Se ela tentar falar comigo, mando tão mal no inglês.
Mas achei que ela não fosse falar nada. Entrei, sentei e comecei a ler meu livro. Mas ela falou, fez alguma pergunta em portugês (ou quase isso) pra minha surpresa. Foi tão gentil. Parecia que já me conhecia e sabia lidar comigo, apesar do meu jeito de ser e as minha 'esquisitisses'.
Não vejo, mas às vezes pareço sentir uma aura tão boa. E essa aura é dela.
Fico esperando com ansiedade as terças e quintas e até faço questão de chegar mais cedo à sala de aula. Quem sabe ela tá lá e conversamos um pouco, em portunglês.
Se tem um lugar onde tenho me sentido tão bem, é por perto dela, que tem um coração tão quente, irradia um calor de boas esperanças, mesmo tendo vindo de um dos países baixos, onde imagino que deve ser muito frio. Fico imaginando se na Bélgica são todos assim. Se bem que... ela tem origem turca.
Tenho que rever meus conceitos a respeito desses povos.
Pelo grande coração que tens, desejo muito sucesso por aqui e leve muitas felicidades consigo quando voltar, Ayla!
sábado, 8 de maio de 2010
À Igreja?
-Vocês vão à igreja?
Bem...será que entendi direito? À igreja?
- O que?
-Vocês tão indo à igreja?
-Ah, (agora) não?
-Poxa, é tão legal, vamo? É aqui pertinho!
Essa mulher parece meio louca, será que ela tem problemas mentais? Pô, mas peraí, deixa eu falar com ela pra me certificar disso. E ela falou com um entusiasmo infantil tão cativante!
-Não é isso, é que agora não dá.
-Ah, vocês têm compromisso?
-É!
-Poxa, então fica pra próxima. Deus te abençoe.
-Obrigado!
E ela foi, continuou andando em direção à tal igreja, eu acho. Foi o convite mas estranho que já recebi para ir à igreja, entretano o que mais gostei. Só que não dava mesmo, além de eu imaginar que seja evangélica e haja gritos e mais gritos no recinto.
Ainda procuro um lugar de paz, e é o que espero encontrar numa verdadeira casa de Deus, que minhas experiências ensinaram-me que não necessariamente é uma igreja, e sim algum lugar qualquer que inspire harmonia comigo mesmo.
Bem...será que entendi direito? À igreja?
- O que?
-Vocês tão indo à igreja?
-Ah, (agora) não?
-Poxa, é tão legal, vamo? É aqui pertinho!
Essa mulher parece meio louca, será que ela tem problemas mentais? Pô, mas peraí, deixa eu falar com ela pra me certificar disso. E ela falou com um entusiasmo infantil tão cativante!
-Não é isso, é que agora não dá.
-Ah, vocês têm compromisso?
-É!
-Poxa, então fica pra próxima. Deus te abençoe.
-Obrigado!
E ela foi, continuou andando em direção à tal igreja, eu acho. Foi o convite mas estranho que já recebi para ir à igreja, entretano o que mais gostei. Só que não dava mesmo, além de eu imaginar que seja evangélica e haja gritos e mais gritos no recinto.
Ainda procuro um lugar de paz, e é o que espero encontrar numa verdadeira casa de Deus, que minhas experiências ensinaram-me que não necessariamente é uma igreja, e sim algum lugar qualquer que inspire harmonia comigo mesmo.
sábado, 24 de abril de 2010
Dormir pra sempre.
Dorme o meu suspiro em grandes teorias à cerca da criação.
Dos criadores, sou a utopia.
A utopia de acreditar em Deus, mas rezo.
Pede-se da noite um pouco de compaixão aos infortúnios.
Assim na terra como no céu.
Sujo meu coração com a verdade, mas digo.
Já admiti que estou indo dormir pra sempre?
Pensei que o sol era mais claro!
Será que a lua lembrará de mim pela eternidade?
Dos criadores, sou a utopia.
A utopia de acreditar em Deus, mas rezo.
Pede-se da noite um pouco de compaixão aos infortúnios.
Assim na terra como no céu.
Sujo meu coração com a verdade, mas digo.
Já admiti que estou indo dormir pra sempre?
Pensei que o sol era mais claro!
Será que a lua lembrará de mim pela eternidade?
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Teoria das inexplicáveis manifestações extra-materiais.
Era uma moça que de alguma forma eu conhecia. Ela era gentil comigo e carinhosa, como se me conhecesse a longo tempo. Eu apertei o nariz dela, como faço com as pessoas mais íntimas, com o indicador e o maior de todos. Notei que alguma coisa a angustiava. Ela mirou em meus olhos e disse que eu era uma pessoa magnífica, enquanto eu fazia esforço mental e até mesmo balançava a cabeça para dizer que eu não era. Mas ela continuou me descrevendo:
- Você é honesto, inteligente, modesto, gentil, carinhoso quando conhece bem uma pessoa, atencioso...
Falou de uma série de outras qualidades que, no fim das contas, apesar de às vezes querer crer que não sou nada daquilo, tive que admitir. Porque ela citou apenas as melhores qualidades que independem do que as pessoas normais veêm em mim. Qualidades que fazem parte da minha personalidade.
Falou como alguém que estivesse querendo dizer que adoraria estar perto de mim. E ao mesmo tempo como se estivesse querendo dizer que meu tempo se esgota ao lado dela. Ou eu, ou ela tem que partir.
Me beijou e disse que sempre quis que eu soubesse quem ela era, enquanto sua fisionomia mudou completamente. Ainda assim, continuei sem saber se a conhecia, mas com a intuição de que ela me ronda, enquanto tenta se livrar um outro ser, obsessor dela.
Quando o vi e tentei tomar satisfações, fui puxado de volta pelo fantasma da realidade.
- Você é honesto, inteligente, modesto, gentil, carinhoso quando conhece bem uma pessoa, atencioso...
Falou de uma série de outras qualidades que, no fim das contas, apesar de às vezes querer crer que não sou nada daquilo, tive que admitir. Porque ela citou apenas as melhores qualidades que independem do que as pessoas normais veêm em mim. Qualidades que fazem parte da minha personalidade.
Falou como alguém que estivesse querendo dizer que adoraria estar perto de mim. E ao mesmo tempo como se estivesse querendo dizer que meu tempo se esgota ao lado dela. Ou eu, ou ela tem que partir.
Me beijou e disse que sempre quis que eu soubesse quem ela era, enquanto sua fisionomia mudou completamente. Ainda assim, continuei sem saber se a conhecia, mas com a intuição de que ela me ronda, enquanto tenta se livrar um outro ser, obsessor dela.
Quando o vi e tentei tomar satisfações, fui puxado de volta pelo fantasma da realidade.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Origem da expressão O.K.!
Segundo um professor meu (que aliás, faltou aula hoje!), foi explicado a ele quando viajou aos Estados Unidos que a a expressão O.K.! surgiu durante a guerra civil norte-americana. Se não me engano, os negros combatiam em prol de sua liberdade. Era normal todos os dias um indivíduo fazer a contagem de quanto haviam se retirado para o campo de batalha e depois novamente fazer a contagem dos que voltavam. Aqueles que não voltavam, claro, estavam mortos. Sendo assim, eram declarados mortos (killed). A contagem era feita em um local, provavelmente um quadro de avisos. Todos os dias eram declaradas as quantidades, seguidas da palavra killed(mortos). Então, por exemplo, ficava: 50 killed, 35 killed, etc.
Quando todos voltavam, era sinônimo de alegria, de tudo ter dado certo. Então era escrito: 0 killed.
Com o tempo, é claro, como o mundo inteiro faz, eles abreviaram a expressão. O zero passou a parecer uma letra o. Daí a abreviatura, hoje expressão mundial para quando vai bem, tudo dá certo, O.K.!
Quando todos voltavam, era sinônimo de alegria, de tudo ter dado certo. Então era escrito: 0 killed.
Com o tempo, é claro, como o mundo inteiro faz, eles abreviaram a expressão. O zero passou a parecer uma letra o. Daí a abreviatura, hoje expressão mundial para quando vai bem, tudo dá certo, O.K.!
sexta-feira, 2 de abril de 2010
O. k.
Bem, enquanto o professor gordinho falava de forma o bastante culta e querendo demonstrar o vasto conhecimento acerca das palavras da lingua portuguesa que poderiam definir tecnicamente tudo sobre o que estávamos estudando, era difícil concentra-se no assunto, visto que aquele linguajar dispersava minhas idéias e me fazia pensar em muitas outras coisas.
Fiquei pensando que, se era difícil pra mim compreendê-lo, era muito mais díficil pra menina belga do intercâmbio. Ela fala inglês. Na verdade, ela é turca e fala inglês. Bem, na verdade, ela é turca, fala inglês e mora em Bruxelas. Ela fica tentando entender o professor disparar as palavras como uma metralhadora carregada com um cartucho de balas infinito. Na verdade, ela entende um pouco, mas tem sempre ao lado um dicionário holandês-português (que eu jurava que nem existia, mas existe!).
Com certeza ela não entenderia nada do que o outro professor falava. Assim... ele tem o jeito um tanto suspeito. Digo isso quanto à sua sexualidade. Digamos que é bem provável que ele seja um tremendo dum boiola! Rsrs
Enquanto ele falava, a classe inteira ficava se "segurando"pra não rir.
E, olha!, era quase impossível. "O vento, quando bate no telhado, ele chuuuupa assim ó!" "A estrutura tende a esticar e rasgar. O digrama define o quanto. Por exemplo aqui ela comprime em cima e raaasga em baixo".
Cara... só vocês vendo mesmo. Mas imaginem! Ao menos saímos hoje de lá sabendo qual a origem da palvra o.k.! e do processo de fabricação do aço.
Juro que conto depois a origem da palvra o.k.! pra quem não conhece.
Fiquei pensando que, se era difícil pra mim compreendê-lo, era muito mais díficil pra menina belga do intercâmbio. Ela fala inglês. Na verdade, ela é turca e fala inglês. Bem, na verdade, ela é turca, fala inglês e mora em Bruxelas. Ela fica tentando entender o professor disparar as palavras como uma metralhadora carregada com um cartucho de balas infinito. Na verdade, ela entende um pouco, mas tem sempre ao lado um dicionário holandês-português (que eu jurava que nem existia, mas existe!).
Com certeza ela não entenderia nada do que o outro professor falava. Assim... ele tem o jeito um tanto suspeito. Digo isso quanto à sua sexualidade. Digamos que é bem provável que ele seja um tremendo dum boiola! Rsrs
Enquanto ele falava, a classe inteira ficava se "segurando"pra não rir.
E, olha!, era quase impossível. "O vento, quando bate no telhado, ele chuuuupa assim ó!" "A estrutura tende a esticar e rasgar. O digrama define o quanto. Por exemplo aqui ela comprime em cima e raaasga em baixo".
Cara... só vocês vendo mesmo. Mas imaginem! Ao menos saímos hoje de lá sabendo qual a origem da palvra o.k.! e do processo de fabricação do aço.
Juro que conto depois a origem da palvra o.k.! pra quem não conhece.
domingo, 14 de março de 2010
Cinzas
Sou eu,
no terceiro dia.
Carrego minhas cinzas
de um morto não ressuscitado.
E um morto não ressuscitado
carrega minhas cinzas.
No terceiro dia,
sou eu.
no terceiro dia.
Carrego minhas cinzas
de um morto não ressuscitado.
E um morto não ressuscitado
carrega minhas cinzas.
No terceiro dia,
sou eu.
sábado, 6 de março de 2010
Lugar distante
Devo admitir que aprendi a amar (sim, trata-se de amor verdadeiro - daqueles que independe de sentir ou não paixão) uma menina/mulher gigante, apesar de ter menos que 1,60m. Talvez pequena pra sua idade, mas enorme para os sentimentos que demonstra ter no coração.
Nunca tenho êxito em nada. Apenas tô esperando uma oportunidade de ir embora pra algum lugar distante.
Guardando apenas o que sinto sem expressar é a melhor forma de manter tudo o que há de dourado em meio ao congelado azul.
Nunca tenho êxito em nada. Apenas tô esperando uma oportunidade de ir embora pra algum lugar distante.
Guardando apenas o que sinto sem expressar é a melhor forma de manter tudo o que há de dourado em meio ao congelado azul.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Se
Se eu tivesse que corrigir um erro, eu não seria o primeiro a chegar.
Se eu tivesse um sonho, eu não acordaria tão cedo.
Se tivesse tempo, eu voltaria tudo atrás.
E se as esperanças fossem as mesmas, não haveriam se's.
Se eu tivesse um sonho, eu não acordaria tão cedo.
Se tivesse tempo, eu voltaria tudo atrás.
E se as esperanças fossem as mesmas, não haveriam se's.
Flores e Espinhos
Nascem como flores. Têm até diferentes cores. Fecham-se para o sol, por incrível que pareça. E fingem ter mais cores. Desmonstram uma tal beleza e escondem o que sentem. E fingem, fingem, fingem. Flores que, na verdade, são espinhos. Daqueles pequenos e pertinentes, difícil de retirar. E dos grandes, que deixam o pus e fazem sangrar.
E mais uma vez a me enganar com elas...
E mais uma vez a me enganar com elas...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Mágica Dourada!
Afeição que me afeta.
Apego ao que apega.
Amor platônico inspirador.
Ternura que os olhos exalam.
Suave forma a trescalar aromas de essências divinas.
Pois que é mesmo um suspiro profundo que te traz.
Acordam as manhãs, sonhando com noites de lua cheia.
E luas cheias encantam sentimentos inexplicáveis.
Corre sobre tua face som doce e melodioso
que, se pudessem, aduziriam onde minha face deseja descansar.
E se pudessem fulgir, tuas mãos mimosas
me encontrariam entre interstícios de todo o universo.
Apego ao que apega.
Amor platônico inspirador.
Ternura que os olhos exalam.
Suave forma a trescalar aromas de essências divinas.
Pois que é mesmo um suspiro profundo que te traz.
Acordam as manhãs, sonhando com noites de lua cheia.
E luas cheias encantam sentimentos inexplicáveis.
Corre sobre tua face som doce e melodioso
que, se pudessem, aduziriam onde minha face deseja descansar.
E se pudessem fulgir, tuas mãos mimosas
me encontrariam entre interstícios de todo o universo.
Fortureza
Fortureza
Às vezes
parece até que o vento se diverte,
a poeira sobe e as palmeiras se curvam.
E é tão comum se tudo se repete.
Da liberdade as águas não se privam.
Às vezes
a reia quente cobre os pés descalços.
O sol parece querer atenção.
As praias ainda guardarão os passos.
As marcas dos pés da imensidão.
Às vezes
parece até que o vento se diverte,
a poeira sobe e as palmeiras se curvam.
E é tão comum se tudo se repete.
Da liberdade as águas não se privam.
Às vezes
a reia quente cobre os pés descalços.
O sol parece querer atenção.
As praias ainda guardarão os passos.
As marcas dos pés da imensidão.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
-Alô, Luciano?!
-Sim, sou eu!
-Tu vai pegar a Marta no.... hospital... o Brás...
-Peraí, não entendi. Fala de novo.
A Marta, o Brás, muito chiado e não entendi nada de novo.
-Quem tá falando?
-Não é o Luciano. O Luciaono de Itacoatiara?
-Rsrsrsrs. Vc ligou pro número errado. Sou Luciano, mas não conheço nenhum Brás ou Marta e nem sou de Itacoatiara.
-Ah, desculpa.
Claro q estou resumindo, mas esta é mais uma das coincidências q me cercam. É tão hilário receber uma ligação desse tipo q passei horas rindo comigo mesmo. Aliás, este foi um dia de aventuras. De manhã um "grande passeio" à trabalho à uma escola de uma comunidade ribeirinha. O rio, os troncos e a galhada q a Alessandra levou no rosto. As 120 telhas q o gestor fez questão q eu conferisse. Mas então vieram fotos e o cabelo (que agora curto) ficou para o lado devido a enorme quantidade de vento. E se o barco virasse... eu tava de colete. Mas deu tudo certo. Estou aqui pra contar a história.
-Sim, sou eu!
-Tu vai pegar a Marta no.... hospital... o Brás...
-Peraí, não entendi. Fala de novo.
A Marta, o Brás, muito chiado e não entendi nada de novo.
-Quem tá falando?
-Não é o Luciano. O Luciaono de Itacoatiara?
-Rsrsrsrs. Vc ligou pro número errado. Sou Luciano, mas não conheço nenhum Brás ou Marta e nem sou de Itacoatiara.
-Ah, desculpa.
Claro q estou resumindo, mas esta é mais uma das coincidências q me cercam. É tão hilário receber uma ligação desse tipo q passei horas rindo comigo mesmo. Aliás, este foi um dia de aventuras. De manhã um "grande passeio" à trabalho à uma escola de uma comunidade ribeirinha. O rio, os troncos e a galhada q a Alessandra levou no rosto. As 120 telhas q o gestor fez questão q eu conferisse. Mas então vieram fotos e o cabelo (que agora curto) ficou para o lado devido a enorme quantidade de vento. E se o barco virasse... eu tava de colete. Mas deu tudo certo. Estou aqui pra contar a história.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Saga do viajante perdido.
O horizonte é a meta
quão longe possa chegar.
Entre tantas outras retas,
a velha estrada do mar.
Um grito em tempero brando,
perturbação infinta.
A vida pois, desvairando.
O velho mar se agita.
Águas de um agora desesperado
mergulhado em si, afogado,
longe das constelações brilhantes
e sempre mais, distante.
Uma voz varrendo os ventos
escondida à longos passos,
à anunciar pensamentos,
a revelação de fracassos.
Com as mãos à cabeça,
tristeza implacável.
E não há nada que impeça
dor inexorável.
quão longe possa chegar.
Entre tantas outras retas,
a velha estrada do mar.
Um grito em tempero brando,
perturbação infinta.
A vida pois, desvairando.
O velho mar se agita.
Águas de um agora desesperado
mergulhado em si, afogado,
longe das constelações brilhantes
e sempre mais, distante.
Uma voz varrendo os ventos
escondida à longos passos,
à anunciar pensamentos,
a revelação de fracassos.
Com as mãos à cabeça,
tristeza implacável.
E não há nada que impeça
dor inexorável.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Placas
Infelizmente, uma bifurcação. Placas sinalizam os caminhos: Coração ou Razão.
E esse tal Coração, que já segui tantas vezes e não decorei o caminho. Ora vejo muros, ora vejo nada. É como estar cego e não tropeçar em todos os obstáculos.
Mas essa tal Razão, como será seu caminho? Ora vejo algumas pessoas adentrarem por sua trilha, ora vejo todas seguindo por lá.
Sinto-me com a necessidade de deixar de seguir o caminho do coração. Até que alguém um dia siga comigo, e então voltarei. Posso garantir que é um lindo caminho, mas toda doçura é amarga na solidão.
*******
Deixo então toda a luz azul que iluminava o coração e toda a majestade da lua porque agora a razão pede silêncio, e o silêncio inspira a despedida.
E esse tal Coração, que já segui tantas vezes e não decorei o caminho. Ora vejo muros, ora vejo nada. É como estar cego e não tropeçar em todos os obstáculos.
Mas essa tal Razão, como será seu caminho? Ora vejo algumas pessoas adentrarem por sua trilha, ora vejo todas seguindo por lá.
Sinto-me com a necessidade de deixar de seguir o caminho do coração. Até que alguém um dia siga comigo, e então voltarei. Posso garantir que é um lindo caminho, mas toda doçura é amarga na solidão.
*******
Deixo então toda a luz azul que iluminava o coração e toda a majestade da lua porque agora a razão pede silêncio, e o silêncio inspira a despedida.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Do jeito que só acontece a mim.
À procura da difícil Canela pra usar na rabanada, tão comum que o Natal não seria o mesmo se não a tivéssemos, paro o carro na porta da padaria enquanto um ser baixo e gordo segurando talvez sua centésima lata de cerveja fala algo que não consegui compreender. Como se eu falasse "bebedês" desde pequeno, apenas confirmo com a cabeça.
Desci e, na volta, ele começa a tentar puxar conversa comigo. E creio talvez que tenha sido demasiadamente importante ouvir o bêbado que, àquela altura, era um filosofo discursando sobre a importância de ser humilde. Humilde... E nossa, eu sou... E sinto-me honrado disso!
Algo complexo demais para explicar em poucas palavras.
A mim não chegam as pessoas normais. Talvez porque sei que mesmo um desconhecido bêbado a segurar sua centésima lata, ou um reparador de carros a conceder seu autrógrafo, ou mesmo um "pecador bêbado" a pedir uma oração em seu nome aos roqueiros na porta de uma casa de show são pessoas que têm suas especialidades. Especialidades que os leitores de bíblias não conseguem ler. Nem mesmo os "fiés" conseguem crer, e muito menos "profetizadores"conseguem revelar.
Acho que é porque também não sou normal mesmo!
Mas eu não ser normal é outra história...
Desci e, na volta, ele começa a tentar puxar conversa comigo. E creio talvez que tenha sido demasiadamente importante ouvir o bêbado que, àquela altura, era um filosofo discursando sobre a importância de ser humilde. Humilde... E nossa, eu sou... E sinto-me honrado disso!
Algo complexo demais para explicar em poucas palavras.
A mim não chegam as pessoas normais. Talvez porque sei que mesmo um desconhecido bêbado a segurar sua centésima lata, ou um reparador de carros a conceder seu autrógrafo, ou mesmo um "pecador bêbado" a pedir uma oração em seu nome aos roqueiros na porta de uma casa de show são pessoas que têm suas especialidades. Especialidades que os leitores de bíblias não conseguem ler. Nem mesmo os "fiés" conseguem crer, e muito menos "profetizadores"conseguem revelar.
Acho que é porque também não sou normal mesmo!
Mas eu não ser normal é outra história...
domingo, 20 de dezembro de 2009
E as luzes parecem brilhar mais uma vez. No ano em que mais parecia que elas se apagariam.
As luzes brilham. Especialmente a luz das luzes! Gigantesca fonte que me inspira a fugir das sombras.
E quando olho em seus olhos, vejo um caminho eterno. Uma estrada infinita a guiar para a imensidão. Descobrir um vasto mundo de esperanças e ousar amar mais uma vez.
Os olhos cintilantes da cor do céu parecem declamar poesias que apenas os corações entendem.
Enquanto minha alma transcende, também vejo novos limites. Ou talvez nenhum. Não há mesmo limites para transcender.
As luzes brilham. Especialmente a luz das luzes! Gigantesca fonte que me inspira a fugir das sombras.
E quando olho em seus olhos, vejo um caminho eterno. Uma estrada infinita a guiar para a imensidão. Descobrir um vasto mundo de esperanças e ousar amar mais uma vez.
Os olhos cintilantes da cor do céu parecem declamar poesias que apenas os corações entendem.
Enquanto minha alma transcende, também vejo novos limites. Ou talvez nenhum. Não há mesmo limites para transcender.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Vamos mudar o mundo! [3]
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Esquizefix Luministatis
Não sei, mas algo indica que o tempo não está bom.
Sinto um enorme necessidade de mudar-me daqui.
Talvez para um lar que chame menos atenção.
Um lugar escondido. Mas nem tanto.
Onde seja bom esperar o coletivo.
E seja simples compreender as mulheres!
E então, céus. Hei de ter alguma esperança?
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