segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O que sentes?

Parei para explicar o que sinto mas não sei mais o que dizer.
Em meu peito há a falta que alguém me faz e o medo de nunca mais vê-la.
Minhas palavras não formam as poesias que ela gostaria de ouvir. Nem formam os elogios que ela gostaria de escutar incessantemente. Mas se ela soubesse o que meu coração diz...
Deixou-me, cá, pela metade. Vai me fazer a falta de eu ser eu mesmo e de me sentir vivo ao ver seu rosto.
Mas não posso mais culpar alguém por não acreditar no amor. Eu também já não consigo mais acreditar na sinceridade. Enfim, acho que ela nem sabe mais o que escrevo.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Escuridão

Às vezes ela morre. Sim, a esperança!
É uma razão meio confusa. Uma luz aparece à tua frente e te diz que é uma luz. Então tu enxergas! Mas as luzes também brilham diferente, sabias? E uma luz, quando se diz luz, pretende ser escuridão. É breve que se apaga e destona as cores da esperança. É assim. Assim foi. Quero tanto que assim não seja!
A luz dourada veio, brilhou, mostrou-se fria e desencandeou escuridão, apagando-se num só sopro.
Não te preocupes, sei que não entendes! E não precisas mesmo entender. Também sou luz, sabias? E se confirmo é porque também pretendo me apagar. Temos mecanismos diferentes para fazer. Estou ainda observando a lua e pensando na luz que iluminava minha vida e irradiava minha esperança. Era a luz que me faria buscar a paz e fazer o melhor possível por todas as outras luzes. Mas agora evito olhar para o sol. É assim que me apago. Enquanto minha pele queima e o vento engana os sentidos, me apago enquanto estou em chamas.
Deve ser isso a escuridão.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Às vezes, o  amor exige sacrifícios tão confusos capazes de sacrificar o próprio amor.
Sacrificar a vontade de estar ao lado de alguém e a necessidade de protegê-la. Sacrificar os dias em que só a presença dela daria algum sentido à vida. Mas assim quer o amor, nada posso fazer contra a vontade dela. E tudo o que dá sentido à vida também sacrifica-se e esvai-se.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Sirvam-se

Sirvam-se então de mentiras já que vosso organismo não tolera a verdade.
Sirvam-se de puxa-saquismo e de todo fingimento covarde.
Sirvam-se de infinitas desculpas, justificando um conformismo sem fim.
Sirvam-se da falta de vontade e a ilusão de que está bem assim.

Não chores quando a flor murchar.
Abrace o espinho, beije o veneno.
Sirva-se do vício de errar.
Estado de letargia pleno.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Engenheiro Luciano!

Acabaram as avaliações. Sou engenheiro enfim. Só faltam agora os documentos e as duras sessões de espera na Pró-Reitoria de Ensino e Graduação da universidade.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Maldito TCC

Hei de entregar meu TCC hoje. Mal editado é claro. Foi tudo em cima da hora pra todo mundo. Complicado...
Enfim, depois de sexta-feira, o dia da apresentação, tudo estará acabado. Resta-me planejar agora outra faculdade........
tô pensando....
Acho que vou fugir das ciências exatas!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Bem vindo 2011!

Bem vindo, 2011!
Nos anos pares fico à par das coisas. Todo o sofrimento deles se transforma em experiências e conhecimento. É quando descubro quem é quem e o que pretendem. É quando faço planos e elabora as metas do ano seguinte.
Nos anos ímpares levo à frente os planos feitos no ano anterior. É quando penso menos nos outros e mais em mim mesmo. É hora de agir, desmascarar os mascarados (e pode crer que irei!), explicar o que ninguem consegue entender (como dizia Renato Russo), mudar meu entorno. É hora de deixar fluir toda a esperança guardada, de acordar e dizer quem eu sou. Não vou desistir nem sucumbir às investidas de pessoas falsas. É hora de mudar o mundo!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Quem ficou em mim sem saber se encontrar?
Quem sobrou de mim, não lembro. Não me lembro. Não me lembro.

Quem roubou de mim o brilho e o vazio?
Quem morreu em mim, não lembro. Não me lembro. Não me lembro.

 Olhos fechados, silêncio.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal

Não. Já não consigo mais tolerar a mentira. É um insulto à minha inteligência. Já não consigo mais tolerar os constantes insultos à minha habilidade de sentir. Acho que já não consigo crer na habilidade de sentir dos outros também. Algumas pessoas dizem sentir, mas quando podem, ignoram o que sentem, então de que adianta?
Odeio as pessoas que são duas caras, é impressionante a habilidade que elas têm para escrever belas palavras em vão, que logo mais mostrarão não ser verdade.
Já não consigo mais aceitar essa mania de Deus deixar pessoas boas à mercê de mentirosas, mas também fico a pensar se são realmente pessoas boas.
Já não consigo tolerar puxa-saquismo. Amigos verdadeiros nos "magoam" quando dizem o que pensam, mas também nos perdoam quando percebemos que era só a verdade que ainda não víamos.
Já não consigo tolerar que algumas pessoas se aproveitem da inexperiência de outras.

Hoje é o dia de natal, comemoração do nascimento de um ser que mudou o mundo. Dói-me saber que o mundo mudou muito pouco desde seus esforços. Vi tantas pessoas comemorando os presentes e as festas. Deve ser o dia dos presentes, afinal! Que dia é hojé? Achei que era pra ser o dia Dele.
Diferente de quem apenas deseja manter a história Dele viva, procuro seguir os passos do pouco que conheço sobre ele. Eu também magôo os falsos seres deste mundo quando digo a verdade e não consigo tolerar esse constante insulto a Deus: pessoas que fingem e mentem como se achassem que Ele não existe.
E quem mais vivencia Jesus? Eu me pergunto...

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Priscila

Obrigado!
Por mais uma vez vir e mudar minha vida.
Dei uma oprtunidade para você ser compreendida. E me destes uma oportunidade para eu ser compreendido.
Entre tantos que aqui estão, que seguraram minhas mãos e disseram que eu podia contar com eles, mas quando os procurei eles fingiram que nem haviam dito isso, você, que veio de tão longe, em tão pouco tempo, me ouviu e tentou me compreender. Fez na prática o que muita gente aqui deixa só na teoria. Algumas pessoas mentem, esquecem que existe um ser que tudo vê, imprimem idéias é propõem pensamentos através da arte de se omitirem. Desfilam em seus saltos altos de egoísmo enquanto arquitetam meios de prejudicar pessoas sinceras que não sabem como ter paciência para persuadir e fingir. Se programam e se alimentam das boas energias das pessoas boa,s como vampiros. Mas fico com a consciência limpa pois sei que um dia elas mostrarão como realmente são, não tem jeito.
O que mais me deixou feliz em sua presença é ter a certeza que fostes antes verdadeira, e que continua sendo.  E que és muito diferente de pessoas más. Aliás, só poço te agradecer por ser quem és e o quanto você foi importante em minha vida.

À minha ex-amiga, atual amiga e talvez futura amiga, Priscila Maxionílio.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Duas loiras

Não posso deixar de me lembrar como a vi pela primeira vez: triste e ensimesmada. demroamos algum tempo juntos pra superar nossos diferentes tipos de dores. Criamos um laço, uma ligação. E nos distanciamos...
Mas hoje, estou muito feliz de tê-la reencontrado. Sentamos e conversamos de forma tão madura. Era como se tivéssemos sempre tantas coisas pra conversar. Podíamos fazer isso por horas. Me senti muito bem ao lado dela. Já não mais sinto paixão. É bom saber que sobrou em mim o amor. Hoje gosto tanto e amo tanto outra pessoa por quem eu enfrentaria o mundo para poder simplesmente vê-la.
Sentir paixão pode até ser desejar ter uma pessoa, mas sentir amor é como desejar fazer o bem a uma pessoa. E simplesmente isso.
Para aquela que veio de longe e me concebeu um abraço, obrigado por novamente mudar minha vida.
Para aquela que está perto, em proximidade maior do meu coração e que tanto amo, saiba que assim sempre será!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Discovery

Era um louco "endiabrado", cabelos amarelos tingidos e olhos azuis, beirando os ciquenta anos. Perguntando o que eu queria, que eu iria conseguir. E eu recusei qualquer oferta. Foi quando ele partiu para ofensas. Ficou chateado por eu ter recusado. Porém, tratei cordialmente. Não sou de tratar mal nem os mais ínfimos e ingênuos. Muito menos os estúpidos ou aqueles que se passam por "bonzinhos errados". Quem é bom e crê na bondade, não se arrisca no errado pra obter aprendizado. E muito menos arrisca a bondade de alguém.
Bem, não estou aqui para criticar aqueles que se fazem de errados para parecerem bonzinhos, nem para valorizar aqueles que se fazem de bonzinhos para se mostrarem errados. A verdade é que cada ser sabe muito bem quem é. Vou lembrar mais uma vez: pode-se enganar cada ser desse mundo, mas não pode-se enganar a Deus!
Irônia e estupidez não são meios de atacar, assim como o "puxassaquismo" também não. Parece mais desespero e insegurança de quem se esconde em suas falsas justificativas.
Quando pode-se confiar na energia que nos protege, não é preciso tratar com a mesma ira os reprobos.

Descobri que a bondade ofende, que tentar promover a união agride, que ser sincero fere o ego de alguns e que tentar mudar o mundo ao redor pra melhor é como jogar-se ao fogo, pois ninguém mais planeja tentar. Algumas pessoas me dizem para parar de tentar. Noto um sorriso de satisfação em muitos rostos quando eu caio em depressão por ter falhado. Noto a inveja em falsos sorrisos quando me levanto pra tentar novamente. Elas querem que ninguém mais tente para que, assim, elas possam alegar que ninguém tentou. E poderem justificar seu egoísmo. Mas se há algum mal em mim, esse mal é querer cair e levantar, e tentar, e tentar, e tentar...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Ponta Negra todo dia.

É um clima muito diferente em obra. Um "filho-da-puta" pra cá, outro "filho-da-puta" pra lá. De vez em quando um "vai tomar no cu". Bem, por enquanto pra mim não, ainda bem. Mas apesar de toda a 'peãozada' e todos os encarregados se tratarem assim, eles mantém um clima legal de brincadeiras e 'uma espécie de repeito' entre eles mesmo. Ainda estou tentando me adaptar. Não tenho um lugar fixo. Falta até cadeira pra sentar. Fui bem recebido e bem tratado por todos. Se eu estiver lá até o fim, vou poder dizer que ajudei a construir a nova Ponta Negra. Às vezes parece que tudo é muito mais organizado do que eu esparava. Às vezes não. Mas estou me sentindo numa equipe.



domingo, 28 de novembro de 2010

Moonlight Sonata - Sonata ao Luar, opus 27, número 2, primeiro movimento.


A Sonata de Piano No. 14 Op. 27 n º 2 em C sustenido menor de Ludwig van Beethoven é também conhecida como Sonata ao Luar.  Beethoven deu ele próprio ao seu trabalho o nome "Sonata quasi una Fantasia".

Em 1801, Ludwig van Beethoven compôs a Sonata de Piano que recebeu o seu nome popular "Moonlight Sonata (Sonata ao Luar)". Foi o crítico Rellstab que comparou a música a um luar no lago Lucerna. A comparação "pegou" e chegou até nós.
Parece quase na natureza dessa mentira sonata, para incendiar a imaginação dos ouvintes. A literatura e também a arte encontrou sua precipitação múltiplas. Ela foi objeto de uma interpretação romântica entre muitos dos experimentos que se concentraram principalmente sobre o movimento lento em primeiro lugar.Beethoven dedicou a Sonata a sua, então com 17 anos, estudante de piano, Condessa Giulietta Guicciardi (1784-1856). Na época ela era apaixonado por isso. Anton Schindler afirmou em 1840, mas é o destinatário da famosa carta a "Minha Amada Imortal", que foi mais tarde provado ser algo como pura especulação. Mesmo na vida de Beethoven foi Sonata ao Luar uma de suas obras para piano mais populares que ele mesmo observou quando reconheceu "mais verdadeira e melhor escrita". Devem ser suas liberdades formais e seu estilo particular emocional como um importante precursor do romantismo.


Beethoven era um tanto gordo, tinha 1m70 de altura, cabeça desproporcional e cabeleira rebelde e desgrenhada. Era irritadiço, esquecido, sem o menor refinamento. Solteirro, morou em lugares bagunçados e sujos. Espalhava partituras pela sala e seus móveis eram cobertos de poeira. Tinha estranhos hábitos, como o de cuspir a qualquer momento e em qualquer lugar. Era desajeitado, espalhando destruição por onde passava. Comparado a Chopin, por exemplo, seria pouco menos que um troglodita. 

Beethoven começou a sofrer de surdez. Em 1807 já estava completamente surdo. Mesmo surdo, por incrível que pareça, Beethoven continuou tocando piano, regendo orquestras e, sobretudo, compondo. Aliás, suas obras mais famosas foram compostas quando ele estava parcialmente surdo, e sua obra prima, a Nona Sinfonia "Coral" foi composta quando ele já estava totalmente surdo, não podendo ouvir sua própria música.
A partir de 1811, sua produção começou a diminuir, devido a sua complicada vida pessoal e sua alma atormentada. Beetoven mergulhava em seu mundo interior.
O fim da vida de Ludwig van Beethoven, coroado de glórias e sucessos, mas idoso, surdo, desamparado e moralmente abatido pela tentativa de suicídio do sobrinho, ocorreu no ocaso de 26 de março de 1827. Seu último ato foi levantar o punho fechado, em um gesto de desafio ao destino
Beethoven morreu, mas sua obra é imortal, e sua influência duraria muito mais que os seus 57 anos de vida.

 

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Abraço amigo!

Diariamente fazemos visitas à escolas da rede municipal de ensino na cidade de Manaus. Ontem, ao abrir uma das portas de salas de aula, vi dois meninos de aproximadamente seis anos de idade abraçados, com os rostos colados. Primeiramente imaginei um caso de homossexualidade. Porque é raro de ser ver tal demonstração de afeto. Por alguns segundos (talvez uns dois segundos) fiquei observando e acabei por notar que se tratava apenas de um gesto de carinho, daqueles que geralmente a gente só vê em filmes. O mais baixo largou o amigo e disse "Tchau, até amanhã" e o mais alto, como se fosse um grande pai, disse "Tá bom, te espero".
Parei pra pensar como seria bom se nós adultos fizessemos algo parecido sem se preocupar com as aparências e tratassemos todas atitudes tomadas como algo negativo. Não fossemos tão cheios de pudor...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

John Kennedy, uma memória apagada à balas.

Hoje, dia 22 de novembro, é um dia em que se passa mais uma ano da morte de John F. Kennedy, ex-presidente dos Estados Unidos da América.
Não se trata de um político qualquer, mas também não se pode afirmar que não era corrupto como muitos que já residiram na Casa Branca que, se fosse vermelha, nem precisariam pintá-la.
É claro que minutos após a morte de J.F.K.na Praça Dealey, em Dallas, capturaram o suposto assassino. Seria vergonhoso à polícia local e até mesmo aos agentes do F.B.I. que por lá estavam se o assassino conseguisse fugir com todo o aparato policial que supostamente protegia a autoridade máxima do país. Entre as informações desencontradas - é sempre assim quando as autridades daquele país pretendem esconder descaradamente a verdade - e muita desorganização da mídia na cobertura do caso, o delegado local alegava em entrevistas rápidas que não sabia que Lee Harvey Oswald (o assassino) estava na cidade e havia sido interrogado pelo F.B.I.
O F.B.I. também parecia "barata tonta em tiroteio", rebatendo informações sem sentido com mais informações sem sentido.
Dois dias depois dos três disparos ouvidos por todos que estavam próximo ao presidente enquanto o mesmo era baleado, o homem acusado de sua morte, agora preso, estava sendo transferido de uma prisão municipal para uma estadual. As polícias presentes na cidade - local, F.B.I. e equipes de operações especiais - estavam preocupadas com a segurança do réu, informando à imprensa que inúmeras ligações já haviam sido feitas por pessoas que diziam que iriam matá-lo.
Diga-se de passagem que é interessante saber que parece que não havia rastreamento de chamadas telefônicas naquela época (1963).
Por uma questão lógica, eles isolaram o local e proibiram a entrada de pessoas não autorizadas, não foi? Bem, durante o Processo de transferência do suposto assassino, um homem entre os repórteres e policiais saca uma arma sem que ninguém perceba e dispara de modo aleatório em Lee Harvey Oswald uma única bala. De repente cercaram o réu e todos à sua volta sem que fosse possível identificar, logo, quem seria o atirador. Tudo o que os policiais disseram à imprensa é que o atirador possuía um chapéu preto.
Nossa, parece tão raro de se ver um chapéu preto entre tantas pessoas que usam chapéu!
O suposto assassino do presidente foi rapidamente apanhado por um grupo de policiais e levado para alguma sala isolada onde não havia representantes da mídia. Ninguém pensou na possibilidade de uma única bala não ser suficiente  para matar um homem. Ninguém pensou na possibilidade de que, se pelas imagens o tiro pareceu ser aleatório e sem objetividade, o projétil poderia não ter atingido um órgão importante do corpo do réu. Enquanto a mídia espalhava a notícia de que um homem de chapéu preto teria atirado em Lee Harvey, o mesmo era levado desacordado para uma ambulância, para que minutos depois fosse confirmada sua morte. Muitas pessoas nas ruas comemoraram o fato sem pensar que agora os responsáveis pelo trágico acontecimento não foram identificados. Pode ter sido um plano muito bem armado para tirar um "homem de bem" do poder.
O homem de chapéu preto era um senhor de idade avançada chamado Jack Rubeintein que possuía uma doença grave e estava prestes a morrer por conta disso.
Perfeito, não?
É claro que estudiosos atuais chegam à conclusões diferentes e imaginam a possibilidade de participação até mesmo da C.I.A. Mas assim como no nosso país todos se calam e esquecem os escândalos na capital, por lá também organizam boas "falcatruas" para justificar situações absurdas.
E então, eles são mesmo melhores, mais organizados e justos que nós? Será que eles foram à lua ou será que os atentados de 11 de novembro foram organizados por membros da Al quaeda? É bom pensarmos melhor a respeito...

Por Luciano Melgueiros de Souza.



As fotos abaixo representam à esquerda o Presidente J.F.K. e a Praça Dealey e à direita Lee Harvey Oswald e a biblioteca de onde ele teria disparado o tiro.


sábado, 20 de novembro de 2010

Tiago; Jasmine. Apud Luciano

Era mais uma quinta-feira. Como eu já sabia que seria servido o famoso peixe empanado, chamei o Tiago pra almoçarmos juntos mais uma vez. Quando cheguei na faculdade ele tava "quebrando cabeça" com exercícios de lógica de programação, programação em C++ se não me engano. No restaurante a gente acabou comendo almôndega em vez do peixe. Puta merda, tava ruim dessa vez! Batemos um papo e fiquei "bolando"até a hora da aula. Lembrei de ter que ir pegar uma documentação noutra parte do campus e resolvi que iria de ônibus, o Integração. Algo me sugeriu que assim fosse e eu não sabia explicar.
Para minha surpresa, eu havia acabado de sentar num banco na parte de trás quando vi Jasmine entrar e sentar num banco da parte da frente. Ela não tinha me visto e então resolvi ir até ela e tentar puxar assunto. Achava que ela nem lembraria muito bem de mim, mas quando ela me viu, ela falou com aquele sotaque meio robótico, apesar de já falar português muito bem:
-Nossa, estava pensando em você, Luciano! Ontem estava vendo nossas fotos na Ponta Negra, no dia do jogo.
É claro que eu pensei logo: "Mentira!". Mas se era ou não, continuarei sem saber. E conversamos até nos despedirmos com um abraço em frente ao Departamento de Relações Internacionais. Como sei que me apego rapidamente às pessoas, nem mesmo voltei a olhá-la depois que ela me soltou do abraço e fui em direção ao departamento que eu procurava. Acho que sempre lembrar bem dela, porque com ela sempre a conversa fluia muito bem e era divertido eu rir do sotaque esquisito de uma americana falando português e ela rir dos incontáveis erros de um brasileiro que mal sabe falar bem seu idioma vernáculo tentando falar inglês.
Acabei nem revendo mais os dois, mas restou uma certeza exatamente incerta de voltarei a vê-los, é claro!

domingo, 14 de novembro de 2010

Desespero

Eu tento ler um pouco, mas a história é tão pobre
Eu agradeço a Deus nos céus
Por você não estar aqui para me ver que estou mal.
Perdendo meu tempo
Vendo os dias passarem
Me sentindo tão pequeno, Olho fixo para a parede
Esperando que você pense em mim também
Eu tento ligar, mas não sei o que lhe dizer
Oh, me ajude, por favor Existe alguém que possa me fazer acordar deste pesadelo?
Quando eu perdi o meu controle
E atingi o chão
Sim, eu pensei que eu pudesse partir, mas não pude sair pela porta
Eu estava tão doente e cansado
De viver uma mentira
Que eu desejava
Morrer
É incrível
Num piscar de olhos você finalmente vê a luz
É incrível
Quando chega o momento você sabe que vai dar certo.
Sim, é incrível
E estou fazendo uma oração pelos corações desesperados esta noite.
Aquele último tiro são umas férias permanentes.
E quão alto você pode voar com asas quebradas?
A vida é uma jornada, não um destino
E eu não posso dizer nem o que o amanhã trará.
 
 
 
 

O Homem Bicentenário

Prefiro morrer sabendo que estive com você do que passar toda uma eternidade vivo, mas sem você do meu lado. [Andrew (robô/homem), em O Homem Bicentenário].

Ser humano é querer ajudar, é ver quem está ao seu lado bem é passar sentimentos, é zelar por tudo aquilo que conquista e tem. É humanizar, amar a todos e deixar de lado os defeitos, pois defeitos todos têm, até máquinas possuem defeitos. O humano é todo defeituoso, mas devemos saber lidar com esses defeitos, cotidianamente saber crescer e aprender sobre o ser humano
Ser humano é também transformar seu dia-a-dia em algo real, longe de ser fantasia ou ou virtualidade. É estar com os amigos cara-a-cara, e não em frente à telas de computadore. É fazer acontecer e não somente idealizar.
Não somos máquinas criadas por nossa inteligência, somos um conjunto sofisticado criado pela mais sofisticada essência da vida: a natureza (que inclui qualquer conceito sobre ela, como por exemplo Deus). Por isso não podemos nos mecanizar e viver desse jeito sem viver de verdade frente às telas de um computador. Que este aqui seja apenas um complemento do nosso dia. Mas quando nosso dia solicitar nossa presença, larguemos isso aqui e estejamos lá!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Alguam verdade esquecida?

É muito diferente. Muito diferente do que costumamos imaginar. Como alguns de nós insiste em criticar nossa própria terra sem nem conhecê-la?
A viagem dura cerca de 50 minutos, foi o que disseram. Mas na prática durou mais que uma hora só até a primeira escola. Não foi nada mal.
Lembro da voz do cara estrangeiro dizendo:
-Eu conheço o encontro das águas, as cachoeiras de Figueiredo, já rodei todo esse estado. Vocês já viram os botos de perto? Já viram as terras caídas? Já Tocaram as mão nas águas do Amazonas enquanto o barco tá se deslocando?
Um monte de caboclos lança olhares entre si... Negam com a cabeça. O estrangeiro lança sua voz irônica:
-Acho engraçado tanta gente falar em sair daqui pra conhecer o mundo. Coitados, nem conhecem a própria terra!
Enfim, estrangeiro, hoje toquei as águas do Amazonas e vi com meus próprios olhos o fenômeno das terras caídas. Vi um boto cinza mostrar-se sutilmente entre as águas. Vi o encontro das águas sem precisar pagar aqueles 40 reais do passeio turístico. O bote até encalhou num banco de areia exatamente no meio do rio, entre as margens direita e esquerda. E o que fizemos? Rimos. Rimos a cada minuto e fizemos uma viagem muito divertida. Passaríamos mais duas horas tranquilamente naquele bote. Conheci mais um caboclo tipicamente ribeirinho, Seu Normando.
Mas lembrei em cada minuto dos olhos verdes que me faziam sentir saudade de algo que me faltava. Faltava alguém ao meu lado com quem eu pudesse compartilhar tudo aquilo. Queria que o que meus olhos viram hoje, uma natureza expessa e extremamente rica, uma diversidade que só a beleza amazônica demonstra e é capaz de fazer sentir, fosse também percebida por quem não estava lá.
Rimos das dificuldades e das bobeiras que às vezes falávamos. E cada um engoliu a saliva ensimesmado quando passamos naquele banzeiro mais forte. E rimos. Afinal, adrenalina acaba viciando.
Até descobrimos verdades hoje. Algumas até então esquecidas. Somos imensamente abençoados por uma essência que só é percebida no contato direto com ela mesma: Natureza!

sábado, 6 de novembro de 2010

Carinho!

"Carinho é o óleo que lubrifica as engrenagens da vida, mas o verdadeiro amor não é só aquele que se alimenta de carinho e beijos e sim aquele que suporta a renúncia e consegue viver na saudade..."
"A alegria de fazer o bem é a única felicidade verdadeira".

...pois faço destas, hoje, as minhas palavras.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Flor do cacto


Há uma forma que não se esconde atrás da necessidade do prazer, tal como uma luz ou as formas de um carro não são capazez de esconder na penumbra. Trata-se do amor. Certo dia houve uma discussão entre o estudante de engenharia e a estudante de serviço social sobre isso...
Ela encontrava justificativas deveras convincentes para tentar justificar que a necessidade de satisfazer o prazer era mais verdadeira do que a de não. Ela via um mundo de hipócritas que não admitia isso. Ela só não via que, por estar enfurecida e insatisfeita com esse mundo, torna-se escrava da desesperança de que isto, sim, isto! que sentimos em nosso coração, esse desejo de ter alguém ao nosso lado, para dividir, sim dividir! os sentimentos e multiplicar as esperanças, esse alguém para fazer planos, planejar mudar o mundo! - tornava-se escrava da deseperança de encontrar em alguém estes tais sentimentos.
Do amor nasce a satisfação, seja ela a de viver um dia pleno, seja ela a do prazer, seja qual for o prazer. Do amor nasce o desejo, mas o desejo saudável. Porque o casal de enamorados tem o desejo saudável e este gera mais um ser saudável. Um ser que será sim capaz de amar. Afinal, essa energia que nos cerca, sim! essa energia vital! é incontestável. É intuitivo o sentimento de justiça e de uma força que rege a natureza. Mas é tão real que não conseguimos negar. Não importa se é Deus ou Alá, ou qualquer outra coisa. Não sou moralista. Sou apenas sensato e sonho com um mundo melhor, mais justo e que  as pessoa sejam  verdadeiras por sererm simplesmente verdadeiras, não pela necessidade de ser o oposto daqueles que tanto julgam hipócritas.
O estudante de engenharia foi embora sem ter palavras pra explicar seus sentimentos, que não eram impostos ou moralistas, eram apenas verdadeiros e vinham dessa essência, dessa energia que rege a natureza. Achava interessante como existem tantos seres preocupados com a alienacão da mídia, das leis sociais, das questões religiosas, mas não percebiam que se entregavam a outras alienações, principalmente a alienação de não tentar mudar ou melhorar nada do que achavam errado. Foi cordial como sempre e não falou mais nada. Ele sabia que não adianta lutar contra a convicção de algumas pessoas. Convicção é mesmo isso, isso que aliena e distorce a capacidade de mudar para uma opinião mais sensata e coerentte. Foi pra casa aproveitando a paisagem que aquela tarde proporcionava. Só ele e aquela energia da natureza sabiam o sentimento humano mais divino: O amor. Raro de se ver, como a flor de um cacto.


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Quando você voltar

Existe uma música da Legião que me encanta a alma. Às vezes a gente ama 
tanto alguém e não sabe o que fazer mais para protegê-la. Na verdade, 
não adianta teimar em tentar proteger uma mente tão teimosa.
Como uma grande prece, o Renato pareceu dizer exatamente o que eu 
gostaria de dizer nesse momento:

Quando Você Voltar

Legião Urbana


Tom: G
Intr. G F C G F C
 
G         C           G
Vai, se você precisa ir
    D                  Am
Não quero mais brigar esta noite
          C
Nossas acusações infantis
     G                  C
E palavras mordazes que machucam tanto
G             C
  Não vão levar a nada, como sempre
G               D               C   
Vai, clareia um pouco a cabeça
Am     Bm  C     D         G
Já que vo..cê não quer conversar.
          Bm    C       D      G
Já brigamos tanto mas não vale a pena
                     Bm
Vou ficar aqui, com um bom livro ou com a TV
       C                   D
Sei que existe alguma coisa incomodando você
      Bm               Em    C 
Meu amor, cuidado na estrada
  Am        Bm      C
E quando você vol..tar
 D            G 
Tranque o portão
         Bm
Feche as janelas
         C
Apague a luz
   D        C  G        (Introdução)
E saiba que te amo
 
Nada melhor que tentar tocar...
Porque quando se toca, percebe-se a singeleza e a suavidade transformarem-se em algo sublime. Percebe-se a própria voz no mais natural.
  

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Revelação

...não sei, lembro de muito pouco... são de palavras sem rumo que têm vividos os dias.... tapete de seda Persa... não... cadeira almofadada.... colar de bolinhas... conchas do mar retorcidas... mil pontinhos e mil razões para não entender... tudo muito vago... assimétrico... um mar revolto em idéias infundadas... num sei o quê de sete estrelas... o homem pulando como um macaco ao levantar-se... "filho meu não há de sofrer"... "tu és soldado"... e aquele louco à minha frente... "todo mal que te façam, terão de volta"... "és um homem de intuição elevada, confia na tua intuição"... devo confiar em você?... não é para que entendas... "tu não és entendido"... por que você não me entende?... ele me disse quem é... eu sei que você sabe... entenda você, quem tanto amo, ela só quer de nós nossa luz... qual motivo maior para tal aproximação?... a que caminho te levei?... vamos nos salvar juntos?... deixe que assim seja.......

domingo, 24 de outubro de 2010

Consternação

Costernação, o mundo se alimenta de pequenas mentiras. É uma doença desatinada.
Ouve-se que ninguém dá ouvidos. O convalescente medo da cura.
Deixa-me cá eu mesmo ensimesmado com meu ser, sem ser niguém.
Pois sou um poético despoetizado inventando novas palavras despercebidas.
Quando os autores do futuro desdenharem o passado, o mundo há de prostrar.
Esse estado de laguidez será esboroado, reduzido ao atual langor humano.
Ainda que haja o medo da cura e que este se cure, nunca haverá silêncio.
Pois o grito de desespero, aquele berro de raiva explodido, também é convalescente.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Espólio

Estou fraco demais para recompor minha fé.
Minhas palavras fogem e correm sem direção.
Estou tenso e nem sei tentar esconder como estou.
Minhas palavras se perdem a esmo e calo minha voz.

Meu espólio é um espúrio.
Me revolto com o infortúnio.
Minhas forças sem fé, dizimadas.
Minha psique está desmotivada.


Meus pés descalços já sentem cinzas.
O asfalto que o sol derreteu.
Nem a chuva, já tão esquecida
é capaz de molhar o meu chão.

Meu espólio é um espúrio.
Minhas palavras sem futuro.
Esfalfado de mim mesmo.
Estou sem fé em palavras a esmo

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Minha Loucura.

"Que a minha loucura seja perdoada. Pois uma metade de mim é amor, e a outra também".

Faço destas palavras hoje as minhas.